Previsões para 2012

2012 será um passeio para o e-commerce e tudo o que é digital. Nós poderemos usar nossos celulares para pagar o nosso café da manhã, comprar produtos que nunca imaginamos, e pagar por serviços utilizando gateways de pagamento cada vez mais eficientes, mas não podemos esquecer que  2011 trouxe algumas lições, IPOs, escândalos, aquisições e fusões.

Vimos farmácias entrando no comercio digital vendendo eletrônicos, e lojas tradicionais de eletrônicos simplesmente sumindo do mapa. Grandes lojas foram proibidas de vender , até que resolvessem seus problemas de entrega; Magento virou gigante, grandes plataformas desapareceram, novos fornecedores de Big Shoppings Virtuais chegaram ao Brasil .

A política Nordestina rasgou a constituição e criou leis próprias para o e-commerce ( o famoso protocolo 21 ).

A e-Vision cresceu mais de 60%! Conquistamos grandes clientes, mas ainda sentimos que precisamos instruir os pequenos.

E para 2012? Quais são as previsões? São Boas?

Pesquisamos e listamos 10 previsões para o varejo digital em 2012! E você? Aposta em qual?

1. Varejo Tradicional  entrando no e-commerce

Varejos tradicionais como : materiais de construção e moveis&decoração ensaiaram bastante em 2011, a previsão é que 2012 seja o ano do lançamento de vários negócios diferentes para essa área.

O varejo tradicional tem usado o e-commerce como mais um canal de venda; e tem tirado proveito da fixação de brand e modernização de marcas.

2. B2B se rende ao e-commerce

Engajar o consumidor, qualificar leads,  se aproximar de futuros clientes. Quem vende para Pessoa Juridica também precisa engajar seus clientes. Isso se consegue através do e-commerce! E B2B vai descobrir isso em 2012. Os empresários perceberam que seus clientes , também empresários, querem o mesmo nível de atendimento de facilidades do B2C. Isso reforça a Brand e moderniza processos de Negócio, além de fidelizar clientes.

3. Gigantes do e-commerce Internacional aportando no Brasil e forçando o profissionalismo na área.

No começo do segundo trimestre teremos boas noticias sobre os gigantes do e-commerce internacional. Eles estão ‘de olho’ no Brasil já há algum tempo, e se preparam já há alguns meses para sua estréia na Terra Brazilis..!

4. m-Commerce ainda tímido mas crescendo

A febre os smartPhones , o vicio do IPhone, isso pode dar um impulso interessante para o m-commerce Brasileiro. Precisamos apenas que as operadoras e bancos se entendam, isso deve acontecer no segundo semestre de 2012.

Em 2011 o Google ajudou criando o GoMO, que ajuda na visualização dos sites pro smartphones e tablets, mas isso não quer dizer que a loja virtual é própria para móbile commerce.

A dica é: tem loja virtual? Comece a desenvolver um novo modelo compatível com móbile.

5. Invista no QR Code…

QR Code é pouco usado no Brasil mas tem tudo para “pegar” em 2012; é uma ferramenta super interessante para impulsionar negócios. Temos a marca incrível de 1,7 mobiles phone por pessoa, os tablets viraram a febre o Natal 2011, e isso é a porta de 2012 para o QR Code. Não sabe o que é?

O QR Code é basicamente um novo código de barras em 2D. Diferente do antigo código, que trabalha apenas com a dimensão horizontal, o QR Code utiliza códigos com informações tanto no plano horizontal como na vertical.

Criado em 1994 no Japão, foi desenvolvido para a indústria de automóveis japonesa, para ajudar a catalogar as peças dos carros na linha de produção. Em 2003, a linguagem começou a ser utilizada em celulares (as câmeras VGA, mesmo com a baixa qualidade, são capazes de ler e interpretar a imagem).

Para ter acesso ao conteúdo codificado em um QR Code, a pessoa deve primeiro dispor de uma câmera em um telefone celular e um programa feito para ler o código bidimensional. Deve-se tirar uma foto da imagem pelo aplicativo que a converte imediatamente (o aplicativo está disponível para o sistema iOS e Android).

Oferecendo seu conteúdo com QR Code, ele poderá ser acessado por qualquer móbile em qualquer lugar. É fácil, e rápido gerar o Codigo e o melhor, é Gratis!

Faça um teste: acesse o site http://qrcode.kaywa.com/ e digite o texto, link, número telefônico ou SMS desejado. É um processo simples e este site oferece um código HTML de incorporação para que você compartilhe em um site.

6. Meios de Pagamento: Bancos perdem espaço que nunca conquistaram.

Os Bancos Brasileiros ainda não entenderam que o e-commerce é uma fonte interessante de recebíveis. Para incorporar pagamento direto com bancos nas lojas virtuais ainda é penoso e caro. Poucos bancos disponibilizam  serviços de incorporação dos códigos às  áreas de pagamento das lojas virtuais ou mesmo  apoio técnico para os desenvolvedores; isso empurrou o empreendedor digital para os gateways de pagamento, que oferecem facilidade e segurança. Isso tem preço, e varia de 4% a 12% do valor da fatura.

O brasileiro entende como segurança um gateway de pagamento em uma loja virtual.

PagSeguro, Pagamento Digital , Paypal, Moip, Ipagare… todos oferecem ótimos serviços, suporte e facilidade para incorporação dos códigos!

Bancos – Nota ZERO pra vcs!

7. Compras Coletivas: Ficam apenas os Bons!

Mais de 50% dos Compras Coletivas que estavam no ar em dezembro vão sumir até julho de 2012. O grande boom de 2011 começa sua estabilização em 2012. O modelo de negócio deverá se consolidar já no segundo trimestre. Ou seja: Até o final de 2012  não teremos mais do que 50 Compras Coletivas

8. Outsourcing de e-commerce: Idéia Antiga, novo Modelo

Essa idéia já tem rondado os negócios de e-commerce desde o final do segundo semestre de 2011. O FULL e-commerce é 60% das solicitações de consultoria que recebemos na e-Vision, e representou + de 20% dos negócios em todo o ano.

O fato é que as empresas estão entendendo que podem transformar investimento em serviços! e isso faz uma grande diferença no balanço anual.

Investir  em média R$ 150.000 em um e-commerce ( para lojas com mais de 1.500 skus ) pode não estar nos planos de quem sonhou ter uma atuação digital, fora os treinamentos, adequação fiscal, contratação de pessoal, e compartilhar departamentos com as áreas  tradicionais da empresa – por exemplo Marketing. Qual a solução?

Transforme o investimento em serviços, sim! Deixe o e-commerce com quem faz isso como negócio e venda seus produtos online com profissionalismo e experiência – ou seja não tem como dar errado.

O grande atrativo é o conceito parceira  Ganha X Ganha – a empresa que faz o outsourcing do e-commerce terá como objetivo VENDER, porque a sua fatura de pagamento no final do mês esta intimamente ligada ao faturamento. Então quanto mais a loja virtual vender mais os dois ganham…

Negócio interessante não acha? E você: já pensou em FULL  Outsourcing de e-commerce?

9. Facebook e Google+ , uma guerra anunciada.

Quem usa o Facebook como ferramenta de negócios já notou… Orkutizou! Sim, o conteúdo bem  parecido com o que foi o Orkut.. com todas as correntes do bem, orações, pedidos de ajuda etc…

Em contra partida o Google lançou o Google+ que é uma fusão de vários serviços que a própria já utiliza. A idéia, segundo o Google, é fazer-los melhor.

Com essa “popularização do Facebook” para 2012 já estamos prevendo uma migração para o Google+ que tem algumas vantagens quando ao seu competidor, como por exemplo:

“Hangouts” vídeo permite que você converse com todos os seus amigos.

Hangouts são salas virtuais onde você pode conversar com pessoas  dos seus Circle através de vídeo. Por exemplo, se você não estiver ocupado, você pode iniciar uma conversa com seus amigos.

Então, basicamente, é só bate-papo de vídeo.

O que vai gerar a grande Guerra das Mídias Sociais em 2012 é que o Google+ não é apenas um site e sim de uma integração de todas as ferramentas Google como: Gmail, Search, Google Reader e demais. A grande verdade é que a empresa toda está se redesenhando para receber o Google+.

10.  Legislação Orientada para e-commerce e respeito a constituição

2011 foi marcado pela vergonha do protocolo 21.  A Constituição diz, que os impostos devem ficar no estado que emitiu a nota fiscal, porém alguns estados no nordeste não reconhecem parte desses impostos, e através do protocolo 21 oficializaram a maior vergonha do e-commerce em 2011. O protocolo 21! que  força o empreendedor a pagar novamente por um imposto já recolhido no estado de origem.

Em 2012 associações de classe devem começar uma negociação pesada com Governo e Estados. É preciso ter uniformidade no recolhimento de impostos.

2012 será um ano de luta

Planejamento para aumentar as vendas em janeiro

A chegada de janeiro abala sensivelmente os resultados em vendas do varejo em geral. Alguns lojistas adotam as promoções para alavancar o consumo e, de fato, elas são promissoras, mas estão longe de ser a única postura competitiva para atrair o público-alvo.

No e-commerce, as possibilidades estão além de oferecer preço baixo. Conhecer o hábito de compra do consumidor habitual talvez seja a principal arma para afastar a queda da procura, juntamente com o planejamento criativo das operações.

Enviar e-mail marketing ainda é uma maneira eficiente para aumentar a conversão da loja virtual e é uma das ações que podem ser planejadas. Como primeiro passo de uma campanha bem sucedida, é preciso dividir os consumidores por grupos de interesses.

A prática de disparar um único e-mail para todos os cadastrados da empresa não ajuda a empresa a alcançar o objetivo de aumentar o número de pedidos finalizados. A relevância da mensagem enviada é o maior atrativo e isso só é possível a partir de um estudo detalhado do perfil dos consumidores.

Lembre-se que é crucial para o sucesso das campanhas que os envios sejam feitos apenas para e-mails autorizados (os chamados opt-in).

O marketing digital também é estratégico nesse período. Banners, otimização do site nos resultados de pesquisas das páginas de buscas e links patrocinados ajudam na tarefa árdua de mudar o estigma de que janeiro não é um bom mês para o comércio.

A já citada promoção ganha destaque com os banners segmentados à página de anúncio, com isso as chances de emplacar a venda são ainda maiores.

Cartão como aliado

Além de a loja virtual ter várias opções de pagamento, como boleto bancário, depósito em conta (essa, a menos viável) e cartões de crédito de várias bandeiras, o parcelamento das compras é um aliado.

Os consumidores, inclusive, já deram sinais de preferência pelo cartão, em detrimento do crediário próprio de varejistas, o que aumenta a vantagem do comércio eletrônico. A facilidade de compra aumenta a procura por itens de maior valor agregado – produtos que podem elevar os ganhos da empresa.

O volume de impostos que chegam junto com o mês de janeiro é um agravante para as vendas. Mesmo assim, é possível ter bons resultados. Essa é uma boa época para ‘queimar’ o estoque remanescente do final de ano, preparar a loja para lançamentos e novas coleções.

Todas essas estratégias juntas podem aumentar em 20% o total das vendas, mesmo que a um ticket médio menor do que o apresentado em dezembro.

O importante é usar com criatividade ferramentas como cupom de desconto, promoções, banners, frete grátis, cupom de desconto por demanda e promoções exclusivas por e-mail, além de oferecer um bom canal de atendimento e uma política de troca descomplicada para garantir a satisfação do cliente. Feito isso, as vendas são garantidas.

Seus consumidores sofrem com problemas de primeiro mundo?

Os problemas de primeiro mundo estão se tornando cada vez mais comuns em países em desenvolvimento, como o Brasil, por exemplo, e são conhecidos também por serem problemas típicos da nova Classe Média.

Para explicar melhor tudo isso, Linda Bustos postou em seu blog de e-commerce Get Elastic sobre sua amiga canadense que decidiu ir morar na África, e percebeu o contraste de costumes e cultura entre o Canadá e a África.

“No Canadá (e em outros países desenvolvidos), o vendedor ou dono do negócio depende dos consumidores para gerarem sua renda. Dessa forma, o seu maior interesse é de servir o consumidor de forma a mantê-lo voltando para comprar produtos. Eles valorizam o consumidor porque percebem que, sem ele, não haveria negócio.

No Kenya é completamente o oposto.
O dono de um negócio no Kenya constantemente tem a mentalidade de que estão oferecendo um serviço aos seus consumidores e, sem eles, os consumidores não terão o que precisam para sobreviver.

Por exemplo, eu vou ao balcão para pagar pelo produto. Eu dou o dinheiro ao caixa (geralmente é o dono do negócio) com uma nota de valor alto. Ele não tem troco (que sempre é o caso por lá). Ele então olha para mim como se isso fosse MEU problema ele não ter troco. Ele espera que eu comece a procurar pelo máximo de moedas que eu conseguir na minha bolsa enquanto ele senta e me encara impacientemente. Eu normalmente deixo o produto que eu queria comprar e saio da loja para achar alguém que tenha troco.”

Se analisarmos esse tipo de problema, é possível perceber como o e-commerce pode trazer problemas parecidos aos e-consumidores do Brasil e do mundo. Veja alguns itens abaixo que se encaixariam como “problemas de primeiro mundo”:

Zero resultados encontrados na busca sem mostrar qualquer opção de refinamento ou produtos semelhantes.
Páginas de erro 404 sem links para voltar ao site ou uma forma de entrar em contato com o serviço de atendimento ao consumidor.
Erros no checkout sem opções claras de como consertá-los.
Carrinhos que perdem seu conteúdo após o fechamento do browser (não usam cookies persistentes).
Tempo de resposta para e-mails de atendimento ao consumidor, às vezes excedendo 48 horas.
Esse tipo de coisa pode parecer boba, mas é um problemão na hora de realizar uma compra online. Otimize sua loja para que seu consumidor não tenha qualquer impedimento na hora da compra. Lembre-se, obstáculos são seus maiores inimigos para conseguir mais conversões. E outra dica: não subestime os problemas de primeiro mundo!

2012, um ano ainda melhor para o varejo eletrônico

Este foi o ano do e-commerce, sob vários aspectos. Passada a febre das compras coletivas, a grande responsável pelo crescimento percentual de 40% registrado em 2010, o setor se estabeleceu entre os cerca de 32 milhões de e-consumidores, amadureceu, principalmente diante do desafio de realizar com eficácia as entregas de final de ano, e se tornou uma atividade social.

Socializar, inclusive, deve ser a principal realidade do comércio eletrônico em 2012. Os varejistas virtuais estarão mais atentos a esse mercado e por isso, a aposta é um investimento maciço para a estabilização do chamado social commerce. Além de ser desejada pelo cliente, a compra compartilhada, comentada e opinativa aumenta as probabilidades de se fechar muitos negócios.

Para Marcelo F. Silva, gerente de marketing, 2011 foi o ano base para as empresas se preparem para a tecnologia das vendas sociais. “Esse foi um período embrionário para esse setor, que vai crescer muito.”

A popularização do comércio eletrônico, nos diversos formatos paralelos de vendas pela internet, também forçou os empresários a enxergarem que não há necessariamente um produto específico para o e-commerce. Tudo pode ser comercializado à distância, principalmente quando o consumidor se sente privilegiado, com melhores preços na comparação com o mercado físico, e com uma tecnologia atraente.

Em uma entrevista para o Blog da JET Tecnologia, a diretora da e-bit, Cristina Rother, afirmou que além das redes sociais, os dispositivos móveis serão ainda mais comuns como um meio de finalizar as compras pela internet. Outra tendência apontada pela executiva é a da expansão do mercado para as lojas de nicho, será então o momento de pequenos varejistas investirem na modalidade de vendas.

A movimentação do mercado está garantida em 2012 e o e-commerce como conhecemos terá uma nova ‘cara’. A principal mudança será na postura do próprio consumidor, que de passivo se tornará um agente ativo de compras. O cenário será configurado por “usuários e clientes que influenciam na decisão do outro pela compra de um produto ou serviço. Isso já acontece, mas vai se tornar muito mais forte”. É assim que finaliza Silva, o que traduzido quer dizer: se prepare, porque se 2011 foi bom, 2012 será muito melhor.

Crescimento do e-commerce em 2012 deve ser de 25%

Pelas estimativas da e-bit, 2012 deve ver o comércio eletrônico crescer 25% no Brasil. Tal projeção pode, porém variar, inclusive porque, em decorrência de fatores como a conjuntura econômica internacional e a greve dos Correios – que prejudicou as remessas das empresas de e-commerce -, talvez não tenha sido atingido o índice de expansão de 26% previsto para o ano passado. “No Dia das Crianças, por exemplo, prevíamos um crescimento de 20%, relativamente à mesma data de 2010, mas o índice foi de16%,”, relata Cris Rother, diretora executiva da e-bit.

No ano passado, conta Cris, mais nove milhões de pessoas integraram-se público do comércio eletrônico brasileiro, atualmente composto por aproximadamente 32 milhões de clientes. Agora, ela pondera, a evolução desse comércio estará mais fortemente vinculada ao conceito do long tail, materializado em tendências como a expansão dos negócios realizados pelo segmento da moda, que atende a targets mais individualizados, e consolida-se cada dia mais fortemente entre as principais categorias do e-commerce (por enquanto, os itens mais comprados via web são os eletrodomésticos, vindo a seguir, nesse ranking, informática, saúde e beleza e eletrônicos).

De acordo com Cris, o crescimento do long tail (cauda longa, veja o conceito aqui) no comércio online revela-se também no crescimento da participação dos pequenos varejistas, que tinham 7% de participação no final do ano passado, e já representavam 8% no primeiro semestre de 2011 (em volume de faturamento). “E, para 2013, nossa atual previsão é de incremento de 22% no comércio eletrônico no Brasil”, diz a executiva.

Google, Facebook, Amazon e Twitter podem fazer paralização coordenada em protesto contra lei anti-pirataria. E se a Internet mundial parasse?

É isso que pode acontecer se o Senado americano aprovar uma nova lei anti-pirataria. Parece exagero, mas é fato: gigantes da web como Google, Facebook, Amazon e Wikipédia podem parar seus serviços por tempo inderteminado se a lei “Sopa” for aprovada. Sigla para “Stop Online Piracy Act (“pare com a pirataria on-line”, em inglês), a lei conta com o apoio de gigantes do entretenimento como Disney, Warner e Universal. A guerra é antiga, mas parece ter chegado a um novo patamar. As majors de entretenimento demonstram, há mais de 10 anos, não entender nada de cultura digital e continuam forçando a barra com projetos anti-pirataria em todo o mundo.

Os planos sempre contam com argumentos que desconsideram os novos hábitos e formalizam a tentativa de se recuperar das crises que enfrentam há anos. O problema: ao invés de mirar nas novas possibilidades e apresentar mais flexibilidade com o mundo digital, continuam restringindo seu material a uma lógica de direito autoral que não condiz mais com a geração atual. O objetivo do Google, Facebook e Amazon com a paralização coordenada é alertar o mundo inteiro para esta realidade. Você consegue sobreviver sem estes serviços por quantas horas?

 

Ricardo Oliveira traz novidades, dicas e opinião sobre o mundo da tecnologia, mercado digital, mídias sociais, games e tudo que respira bits. Toda quarta, na página 3 do caderno de Economia. 

http://jornaldaparaiba.com.br/coluna/culturaldigital/post/13763_blackout-da-web–novidades-no-chrome-e-dicastech

Internet é novamente a mídia que mais cresce

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Em comparação com os cinco primeiros meses de 2008, a internet foi o destaque da mais recente pesquisa do Projeto Inter-Meios ao crescer 23,85% no faturamento. Se no ramo digital a notícia boa, para os impressos ela é mais desanimadora. Juntos, jornais e revistas caíram 16%, 9,48% e 7,37%, respectivamente.

O faturamento total da mídia com propaganda teve alta tímida de 1,72% e atingiu R$ 7,824 bilhões. A retração foi registrada em maio, momento em que o mercado encolheu 1,15%. Com o aumento no meio online, a internet repete o sucesso de últimos anos e novamente é a mídia que mais cresce. O meio atingiu R$ 309 milhões nos cinco primeiros meses deste ano. Mesmo com o resultado, a participação da web no bolo publicitário é de 3,95%.

Com 13,18%, mídia exterior foi o segundo segmento na lista dos que mais cresceram, o que totalizou R$ 248 milhões e participação de 3,17%. A TV por assinatura cresceu 6,39% em relação ao período de 2008 e alcançou R$ 256 milhões, com fatia de 3,27% do bolo total. Cinema também obteve melhora: subiu 5,91% e faturou R$ 26,7 milhões e share de 0,34%. Rádio teve alta de 4,96%, com um total de R$ 355 milhões e share de 4,54%, enquanto a TV aberta cresceu 4,64% e atingiu 4,7 bilhões, com share de 60,11%.

Pior que 2008

Para os veículos impressos, o resultado é mais amargo. Conforme já citado, jornais perderam faturamento e o montante caiu para R$ 1,2 bilhão, sendo que a participação no bolo passou para 15,76%. As revistas despencaram e chegaram a R$ 555 milhões e participação de 7,09%. 

O segmento de Guias e listas decaiu 15,32% e baixou faturamento para R$ 139 milhões, participação de apenas 1,77%.

As informações são do MM Online.

Redação Adnews

“Para o micro e pequeno empresário, um dia é valioso”

Artigo – Incentivo à microempresa: boa estratégia

 

Joseph Couri

 

Empresário no Brasil, sobretudo micros e pequenos, trabalha 12 meses por ano, 7 dias por semana. Por isso, em uma vida inteira de convivência empresarial estou convencido de que eles são postos à prova a todo o momento, mas não perdem tempo: seguem trabalhando e, principalmente, acreditando no futuro. Ao longo dos anos, diante dos obstáculos e de algumas agruras, em vez de nos fazermos vítimas, temos aprendido a prosseguir a competitividade, já que, com a globalização, nosso concorrente direto deixou de ser nosso vizinho para estar a milhares de quilômetros, não raro em condições muito mais favoráveis do que as nossas.

 

Aos poucos, temos adotado uma postura que mescla organização, planejamento, método, persistência, crença e investimento nas pessoas, na estrutura e em inovação, que países como Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, China Itália, Espanha, Canadá e Coréia já aplicam há gerações. Não à toa, todos esses países ocupam as dez posições à nossa frente entre as maiores economias do mundo.

 

No Brasil não há furação, neve ou terremoto, embora o que nos abale realmente sejam os juros mais altos do mundo, a pesada carga tributária, a falta de crédito, a burocracia e as sucessivas crises econômicas, além da atual. Entretanto, há sinais de reaquecimento, em virtude, principalmente, da importância do mercado interno, onde os micros e pequenos mais atuam. Some-se a isso a criatividade, a persistência e o otimismo do brasileiro, que é um vencedor por natureza, além das medidas governamentais positivas, que resultaram, entre outras coisas, na estabilidade econômica.

 

Fusões e Aquisições

Nos últimos anos, temos assistido no Brasil a inúmeras fusões e aquisições, envolvendo cifras bilionárias, que criam companhias de atuação global e, orgulhosamente, põem o País nas manchetes de jornais estrangeiros como exemplo de competitividade mundial. Em ambientes muito menos glamurosos que as salas dos altos executivos, os pequenos negócios mostram enorme capacidade de impulsionar a economia do País.

 

Para ter uma idéia, mais de 60% dos empregos da indústria são gerados pela micro e pequenas, de onde sai também grande parte das inovações com investimentos muito mais baixos – estima-se numa proporção de 1 para 20 -, do que os despendidos pelas grandes. Isso explica em parte a atenção que os países que os países desenvolvidos têm com os micro e pequenos, a quem consideram uma questão estratégica para a economia, a ponto de criar políticas exclusivas. Nos Estados Unidos, onde 60% das pessoas pretendem abrir um negócio próprio em alguma fase da vida, um exemplo emblemático é a Carolina do Norte, que, para cada dólar investido em uma pequena empresa, se propõe a colocar outros US$2.

 

Investimento do governo em capital de risco, que se mostra não tão arriscado assim, já que o objetivo é atrair pequenas empresas para a cidade e com elas a geração de empregos e renda.

 

Enquanto isso, no Brasil, o governo, nos seus diversos níveis, está trabalhando em várias frentes no sentido de criar alternativas para tornar viável o nascimento, a sobrevivência e o crescimento dos pequenos negócios. O desafio é o ritmo em que combatemos os vilões desse processo: a pesada carga tributária, a alta taxa de juros e a falta de crédito.

 

Não podemos perder mais tempo. É essencial mobilizar as lideranças da sociedade, os trabalhadores, as instituições financeiras, as autoridades e o governo no sentido de reconhecer a importância, as particularidades e as dificuldades dessas empresas e estimulá-las. Para o micro e pequeno empresário, um dia é valioso.

 

Pode significar alguns milhares de reais a mais de endividamento ou a comemoração pela chegada de uma nova máquina, a conquista de um cliente ou a contratação de mais um funcionário.

 

* Joseph Couri – é presidente do Simpi (Sindicado da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo) e da Assimpi (Associação Nacional dos Simpi)

 

 

Farmaervas

É isto mesmo !

Nova loja virtual na internet com os produtos da Farmaervas e da sua linha Tracta.
Ferramenta de gerenciamento de conteudo com um menu altamente interativo que facilita em muito a localização
dos produtos oferecidos.
Toda a linha de Kits promocionais na inauguração da loja virtual.